A terapia para transtorno do pânico tem se mostrado bastante eficaz! Saiba mais:

 

O transtorno do pânico é um tipo de transtorno de ansiedade caracterizado por crises de medo intenso, que crescem à medida em que a pessoa começa a se assustar com os próprios sintomas.

Ele ocorre mesmo que não exista motivo ou perigo iminente – pode acontecer de maneira inesperada e recorrente.

Geralmente pessoas que tiveram um ataque de pânico ficam assustadas e passam a temer outro ataque, ficando assim mais ansiosas, o que gera mais sintomas e desencadeia novos ataques. Isso faz com que evitem sair de casa, prejudicando a rotina como um todo – é aí que a pessoa passa a ter Transtorno do Pânico.

 

Terapia para transtorno do pânico

A síndrome do pânico prejudica a rotina e as relações da pessoa à medida em que a impede de realizar atividades antes consideradas corriqueiras

Sintomas do transtorno do pânico

Os ataques de pânico podem ocorrer a qualquer hora do dia e em qualquer situação. Eles tendem a durar de 10 a 20 minutos.

Segundo o DSM-V (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), um ataque de pânico envolve pelo menos quatro (ou mais) dos seguintes sintomas:

1- Palpitações, coração acelerado, taquicardia

2- Sudorese

3- Tremores ou abalos

4- Sensações de falta de ar ou sufocamento

5- Sensações de asfixia

6- Dor ou desconforto toráxico (dor no peito)

7- Náusea ou desconforto abdominal

8- Sensação de tontura, instabilidade, vertigem ou desmaio.

9- Calafrios ou ondas de calor

10- Parestesias (anestesia ou sensações de formigamento)

11- Desrealização (sensação de irrealidade) ou despersonalização (sensação de estar se distanciando de si mesmo)

12- Medo de perder o controle ou enlouquecer

13- Medo de morrer

 

Terapia para transtorno do pânico

A terapia para síndrome do pânico ajuda a trocar os pensamentos negativos pelos positivos, controlando as crises

Terapia para transtorno do pânico

A terapia para transtorno do pânico tem se mostrado bastante eficiente, em particular, a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). 

A TCC ajuda o paciente a entender melhor como funciona o pânico. Apenas isso já ajuda muito sua condição, pois ao entender que o aumento das sensações fisiológicas ou dos sintomas estão associados ao aumento da ansiedade, que por sua vez esta associada à maneira catastrófica do paciente interpretar os eventos, já é possível ter muito controle sobre o problema.

Também é bastante importante que o paciente vá enfrentando pequenos sinais de sintomas desencadeadores do pânico, pois nesse transtorno os próprios sintomas acabam sendo gatilhos para desencadear os ataques.

Por exemplo, é comum que ao iniciar um ataque de pânico o paciente perceba seu coração bater mais forte. Com isso, interpretar “estou tendo um ataque cardíaco” ou até mesmo “vou ter outro ataque de pânico”.

Esse pensamentos bastam para criar o desespero e aumentar os sintomas. Então, nesse caso, o coração começa a bater mais rápido ainda, confirmando o pensamento catastrófico e se intensificando cada vez mais, até chegar ao pânico.

​Tentar resolver as crises apenas com medicação não é uma solução duradoura e só vai adiar o problema. Sem contar que a medicação pode causar efeitos colaterais. Portanto, a terapia cognitivo-comportamental deve sempre estar em primeiro plano. Exercícios de controle de ansiedade também podem ser aplicados para minimizar os sintomas.
O tratamento requer dedicação. Vencer o problema de forma permanente e sem remédios é possível!

 

Terapia para síndrome do pânico

A terapia para transtorno do pânico consegue um tratamento eficaz, mas exige comprometimento do paciente

 

O objetivo da terapia para transtorno do pânico é reduzir o número de crises – e suas intensidades. Com as sessões, o paciente começa a entender os ataques de pânico, aprende a lidar com eles e até a evitá-los.

Para tanto, é necessário comprometimento e execução dos exercícios propostos no dia a dia. Além disso, é recomendado que pessoas que sofram com síndrome do pânico evitem bebidas alcóolicas e com cafeína e não façam uso de drogas recreativas.

Exercícios de relaxamento também são bastante indicados, assim como exercícios aeróbicos.

 

Qual é a diferença entre ansiedade e síndrome do pânico?

Simples: a ansiedade é um estado constante, menos sujeito a crises. Já as crises do transtorno do pânico surgem do nada e de maneira intensa. O tratamento psicoterápico é fundamental nesse caso.

Vale lembrar que um quadro de ansiedade pode virar um quadro de síndrome do pânico e vice-versa. Por isso, se você acha que sofre de transtornos de ansiedade ou ataques de pânico, é recomendado que procure um psicoterapeuta para iniciar seu tratamento.

 

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